23 outubro 2010
quem representará o Brasil no Mundial 2011?
O primeiro ponto a ser definido é o ranking dos pilotos brasileiros, e para isto temos duas etapas do Campeonato Brasileiro realizadas, de onde já temos um ranking. Se o resultado atual vai ser observado, ou será acrescentado o resultado da primeira etapa de 2011 do Campeonato Brasileiro, é uma questão a ser definida.
O que está certo é que a FAI só reconhecerá os pilotos indicados através da CAB - COMISSÃO de AERODESPORTO BRASILEIRA, por ser a entidade que representa o aerodesporto junto a FAI, desde o último dia 8 de outubro, quando reconheceu definitivamente a CAB como membro efetivo da FAI, na sua 104ª Conferência Geral, em Dublim; nesta conferência também foi proposto que o Brasil assumisse uma das Vice-Presidências da FAI, sendo indicado e eleito para Vice-Presidente da FAI o Vice-Pres. da CAB – Flavio Oliva.
O voo livre está representado pela ABVL junto a CAB, que é composta pelas entidades de maior representatividade nacional de cada modalidade aerodesportiva praticada no Brasil, desta forma a ABVL está conectada a FAI como única entidade habilitada a representar o voo livre junto a Fededração Aeronautica Internacional.
Pela nova lógica oficializada na 104ª Conferência Geral da FAI, os pilotos indicados pela ABVL estarão aptos a representar o Brasil na 12th FAI World Paragliding Championship, em Piedrahita, na Espanha, de 3 a 16 de julho de 2011. Esteremos torcendo pela equipe brasileira.
O reconhecimento da CAB como representante do aerodesporto brasileiro pela FAI resultou do empenho de muitos, durante os últimos quatro anos, e certamente marca a renovação na representatividade desta modalidade esportiva.
http://www.cab.org.br/
http://events.fai.org/event?i=5948&f=60
http://www.abvl.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=41:cab-e-o-novo-nac-brasil-na-fai-&catid=39:cab
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15 outubro 2010
videomaker do voo livre
Pesquise neilobao10 no YOUTUBE e serão listados 71 vídeos feitos por Nei Lobão, o videomaker do voo livre, por onde ele voa tudo é registrado, como se fosse um diário. Muitas vezes deixa para decolar por último, para ter imagens de todos os pilotos que lá estavam, compartilhando os céus com ele.
Muitos locais de voo estão apresentados nos seus vídeos, um meio para conhecermos as rampas e avaliar as condições para o voo por onde ele passou, como Santa Teresinha, e vários outros sitios na Bahia, Alfredo Chaves e Castelo no Espirito Santo, Andradas em Minas, e Jaraguá em Goiás, de onde podemos destacar o DECOLAGEM ADRENADA EM JARAGUÁ GO, uma reunião de muitas decolagens com vento forte, característico daquela região.
Fica o registro de uma referência no YOUTUBE para vídeos de muitos locais de voo:
http://www.youtube.com/results?search_query=neilobao10&suggested_categories=17&page=1
Em tempo: Jordãozinho é outro videomeker, com 66 vídeos sobre voo livre: http://www.youtube.com/user/andersonapbueno
Muitos locais de voo estão apresentados nos seus vídeos, um meio para conhecermos as rampas e avaliar as condições para o voo por onde ele passou, como Santa Teresinha, e vários outros sitios na Bahia, Alfredo Chaves e Castelo no Espirito Santo, Andradas em Minas, e Jaraguá em Goiás, de onde podemos destacar o DECOLAGEM ADRENADA EM JARAGUÁ GO, uma reunião de muitas decolagens com vento forte, característico daquela região.
Fica o registro de uma referência no YOUTUBE para vídeos de muitos locais de voo:
http://www.youtube.com/results?search_query=neilobao10&suggested_categories=17&page=1
Em tempo: Jordãozinho é outro videomeker, com 66 vídeos sobre voo livre: http://www.youtube.com/user/andersonapbueno
14 outubro 2010
previsões para Botucatu - SP
Botucatu sediará a segunda etapa do Campeonato Brasileiro de Paraglider, entre os dias 17 e 23 de outubro, confira informações no site http://www.nabasedanuvem.com.br/, e previsões do clima no WindGURU, veja link na aba previsões do blog http://paraca2010.blogspot.com/
07 outubro 2010
06 outubro 2010
OMEGA 8
imperdível o vídeo de divulgação do Omega 8
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02 outubro 2010
+ duas colisões no Sul
No final de semana, dias 25 e 26 de setembro de 2010, aconteceram mais duas colisões entre paragliders, desta vez em Carlos Barbosa / São Vendelino, RS, durante a realização da quarta etapa do Campeonato Gaucho de Paraglider. No sábado, durante a prova, a primeira colisão entre dois competidores, e no domingo outra, logo após uma decolagem.
Agora somamos quatro colisões em seis meses no sul do Brasil. Vários pilotos tem declarado que costumam abandonar o voo quando percebem que o espaço aéreo está inseguro, considerando a quantidade de pilotos num mesmo local.
Discutimos em lista alternativas para melhorar as condições de segurança para o voo livre, definindo apenas a possibilidade de realizar uma campanha de divulgação das regras de tráfego aéreo no voo livre, a ser feita por pilotos independentes.
Relatar os acidentes é uma forma de alertar para os riscos que os pilotos estão correndo, uma forma de promover segurança; neste sentido gostaria de sugerir que todas as comunicações sobre eventos de voo incluam nos resultados todos os incidentes e acidentes. Esta seria uma forma de comprometimento com a qualificação do voo livre, reconhecer os erros para poder corrigir.
Detectar falhas e propor mudanças é uma forma de evitar recorrer no mesmo erro. Problemas na decolagem, durante uma janela de prova de campeonato, podem indicar a necessidade de qualificar a atuação do fiscal de rampa e dos auxiliares, por exemplo. Tenho acompanhado vários acidentes nas competições que participei, posso lamentar pelos prejuízos, mas o que mais me impressiona é que nada tem sido feito para qualificar a modalidade esportiva voo livre, a partir das falhas cometidas.
Cabe acrescentar dois exemplos, de relatos disponíveis sobre a quarta etapa do Campeonato Gaucho de Paraglider, onde não há nenhuma menção aos acidentes ocorridos: http://www.fgvl.com.br/ e http://xc.guiadevoo.com/blog.aspx?postid=1218
No SIV os incidentes são provocados para que o piloto experimente uma situação e promova a correção, nos acidentes reais podemos, no máximo, tentar compreender o que aconteceu, para propor cuidados a serem observados, e assim acumular conhecimento.
Agora somamos quatro colisões em seis meses no sul do Brasil. Vários pilotos tem declarado que costumam abandonar o voo quando percebem que o espaço aéreo está inseguro, considerando a quantidade de pilotos num mesmo local.
Discutimos em lista alternativas para melhorar as condições de segurança para o voo livre, definindo apenas a possibilidade de realizar uma campanha de divulgação das regras de tráfego aéreo no voo livre, a ser feita por pilotos independentes.
Relatar os acidentes é uma forma de alertar para os riscos que os pilotos estão correndo, uma forma de promover segurança; neste sentido gostaria de sugerir que todas as comunicações sobre eventos de voo incluam nos resultados todos os incidentes e acidentes. Esta seria uma forma de comprometimento com a qualificação do voo livre, reconhecer os erros para poder corrigir.
Detectar falhas e propor mudanças é uma forma de evitar recorrer no mesmo erro. Problemas na decolagem, durante uma janela de prova de campeonato, podem indicar a necessidade de qualificar a atuação do fiscal de rampa e dos auxiliares, por exemplo. Tenho acompanhado vários acidentes nas competições que participei, posso lamentar pelos prejuízos, mas o que mais me impressiona é que nada tem sido feito para qualificar a modalidade esportiva voo livre, a partir das falhas cometidas.
Cabe acrescentar dois exemplos, de relatos disponíveis sobre a quarta etapa do Campeonato Gaucho de Paraglider, onde não há nenhuma menção aos acidentes ocorridos: http://www.fgvl.com.br/ e http://xc.guiadevoo.com/blog.aspx?postid=1218
No SIV os incidentes são provocados para que o piloto experimente uma situação e promova a correção, nos acidentes reais podemos, no máximo, tentar compreender o que aconteceu, para propor cuidados a serem observados, e assim acumular conhecimento.
09 setembro 2010
colisão entre paragliders
Fui informado que há alguns meses, em Sapiranga, aconteceu a colisão entre dois paragliders, e agora outro acidente igual, assim são duas colisões num período de seis meses. Sem saber as condições que levaram a estes acidentes fica difícil imaginar cuidados a mais que devam ser tomados por todos os pilotos que voam neste local.
No Youtube um exemplo de colisão:
http://www.youtube.com/watch?v=YytOBm6Fp0M
No Youtube um exemplo de colisão:
http://www.youtube.com/watch?v=YytOBm6Fp0M
05 setembro 2010
acidente aéreo em Sapiranga

No final da tarde deste domingo, em Sapiranga, RS, ocorreu a colisão entre dois paragliders em voo próximo a montanha, Ferrabraz, quando os pilotos já se dirigiam para o pouso.
Resultaram apenas danos materiais, onde um piloto teve seu capacete arrancado, que ficou pendurado pelo fio do PTT, e no outro paraglider a parede interna entre duas células centrais foi rompida, cerca de 20 cm na direção entre a boca e o bordo de fuga, e também nas costuras junto ao intradorso e ao extradorso, cerca de 30 cm em cada uma.Os danos materiais podem facilmente ser raparados, mas são estes que caracterizam um acidente que na aviação civil é analisado com o objetivo de evitar sua recorrência, uma prática que pode contribuir para a evolução do voo livre como esporte na Brasil.
01 setembro 2010
Teste de Parapente: Advance Omega 8
AP
--
Swing / Astral 6 // UP / Summit XC // Wood Valey / X over 3
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27 agosto 2010
segurança de voo na aviação civil / voo livre
aeronave / pessoal / aeródromo / operação / navegação aérea / investigação de acidentes
Encontrei na Wikipédia um artigo sobre segurança aérea que contribui com o voo livre nomeando os elementos que fazem parte do voo, e que podemos analisar para aprimorar as rotinas que promovam maior segurança.
O artigo destaca que:
a segurança aérea depende de uma doutrina ou filosofia de trabalho, baseada em atitude pessoal preventiva e que leva em conta três elementos: o Homem, a Máquina e o Meio.
Compreendo que não basta escolher um paraglider homologado com alto índice de segurança sem que o piloto faça a sua parte, que saiba analisar as condições climáticas e do local de voo de modo a evitar se expor a algum risco que pode estar anunciado.
Evitar re-ocorrências de acidentes e incidentes depende de conhecimento e empenho por parte dos pilotos, onde a análise de acidentes gera conhecimento.
Poderia fazer parte dos resultados de um campeonato, além de nomeados os primeiros colocados, também os acidentes e incidentes ocorridos, com as recomendações para evitar que se repitam em outros eventos. Estas análises certamente dariam uma melhor visão do local onde foi realizado o campeonato, apontando limitações e dificuldades para o voo livre naquela região, e os cuidados que os pilotos devem ter.
Aproveito para registrar que o que ainda me impressiona é o silêncio quando se fala em pensar sobre segurança no voo livre.
Encontrei na Wikipédia um artigo sobre segurança aérea que contribui com o voo livre nomeando os elementos que fazem parte do voo, e que podemos analisar para aprimorar as rotinas que promovam maior segurança.
O artigo destaca que:
a segurança aérea depende de uma doutrina ou filosofia de trabalho, baseada em atitude pessoal preventiva e que leva em conta três elementos: o Homem, a Máquina e o Meio.
Compreendo que não basta escolher um paraglider homologado com alto índice de segurança sem que o piloto faça a sua parte, que saiba analisar as condições climáticas e do local de voo de modo a evitar se expor a algum risco que pode estar anunciado.
Evitar re-ocorrências de acidentes e incidentes depende de conhecimento e empenho por parte dos pilotos, onde a análise de acidentes gera conhecimento.
Poderia fazer parte dos resultados de um campeonato, além de nomeados os primeiros colocados, também os acidentes e incidentes ocorridos, com as recomendações para evitar que se repitam em outros eventos. Estas análises certamente dariam uma melhor visão do local onde foi realizado o campeonato, apontando limitações e dificuldades para o voo livre naquela região, e os cuidados que os pilotos devem ter.
Aproveito para registrar que o que ainda me impressiona é o silêncio quando se fala em pensar sobre segurança no voo livre.
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