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29 novembro 2012
a desvalorização
uma matemática simples:
R$ 8.700,00 - média de preços dos paragliders EN D-high
R$ 5.800,00 - preço pedido em anúncio por um EN D-high
com poucos voos
R$ 2.900,00 - a diferença entre o preço inicial
e depois de alguns voos
temos uma desvalorização de mais de 33%
e um custo aproximado de R$ 200,00 por voo realizado
que fatores determinam uma desvalorização tão grande?
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27 novembro 2012
reviravolta no mercado de paragliders
Com a venda de paragliders encalhada, FAI aponta o uso do segundo reserva como solução de segurança, ampliando o mercado para um equipamento extra, enquanto melhores soluções de projeto não surgem para paragliders capazes de reabrir após um colapso. Concomitante a isto a PMA (Paraglider Manufacturers’ Association) sugere alterações nas regras dos campeonatos, com limites das velocidades e dos parâmetros construtivos dos paragliders.
Talvez este seja um momento zero na história do paraglider, fomos até um limite máximo na velocidade possível que o equipamento permite, sob o ponto de vista construtivo, agora será preciso encontrar outras formas de promover a comparação entre os pilotos e seus equipamentos. Uma direção seriam os campeonatos que promovam mais a estratégia, o conhecimento e a habilidade dos pilotos.
http://www.fai.org/civl-news/36773-second-reserve-mandatory-from-may-1st-2014
http://www.fai.org/civl-news/36485-tomorrow-competition-paragliders-a-letter-from-pma
Talvez este seja um momento zero na história do paraglider, fomos até um limite máximo na velocidade possível que o equipamento permite, sob o ponto de vista construtivo, agora será preciso encontrar outras formas de promover a comparação entre os pilotos e seus equipamentos. Uma direção seriam os campeonatos que promovam mais a estratégia, o conhecimento e a habilidade dos pilotos.
http://www.fai.org/civl-news/36773-second-reserve-mandatory-from-may-1st-2014
http://www.fai.org/civl-news/36485-tomorrow-competition-paragliders-a-letter-from-pma
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03 dezembro 2011
Accident halts EN D paraglider development
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14 novembro 2011
12 novembro 2011
Swift'Light-PAS na Copa Icaro
Swift'Light-PAS é uma asa-delta rígida, com motor de partida elétrica e hélice dobrável. Com o motor a decolagem pode ser feita em 50 metros e subir a uma taxa de 2,5 m/s, garantindo autonomia no voo, no pouso e também para evitar dificuldades meteorológicas. Na última Copa Icaro, em setembro de 2011, foi demonstrada a possibilidade de religar o motor para manter-se em voo e fazer algumas acrobacias.
youtu.be/Qv-0A5Q2fHg
Informações em: www.aeriane.com/swift'light-pas.htm
youtu.be/Qv-0A5Q2fHg
Informações em: www.aeriane.com/swift'light-pas.htm
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08 novembro 2011
Ozone lança o EnZo
O paraglider EnZo tamanho M foi homologado pelo EN, é uma nova classe de paraglider, apenas para pilotos de competição, pois suas características de voo, comportamento, segurança e desempenho são semelhantes às que normalmente estão associadas à open class.
Veja a notícia completa em www.flyozone.com/paragliders/en/news/headlines/19491
Veja a notícia completa em www.flyozone.com/paragliders/en/news/headlines/19491
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29 outubro 2011
OZONE sem intradorso na Copa Ícaro
XXLite é um conceito que pretende evoluir adiante da série Ultralite, desenvolvida pela Ozone há quatro anos. A idéia é construir paragliders com materiais mais leves, este pesa apenas 1,345kg para o tamanho com 19m. O novo Paraglider sem intradorso foi mostrado na última Copa Ícaro em set/2011, e não está à venda. Veja o vídeo do voo em Saint Hilaire:
http://youtu.be/SueYsy444NU
vídeo apresentado pelo fabricante: http://vimeo.com/29247558
notícia no site da Ozone: http://www.flyozone.com/paragliders/en/news/headlines/19232
outros videos:
http://youtu.be/Ug44-NcT9Ro
http://youtu.be/C4YsdvrIRRE
http://youtu.be/SueYsy444NU
vídeo apresentado pelo fabricante: http://vimeo.com/29247558
notícia no site da Ozone: http://www.flyozone.com/paragliders/en/news/headlines/19232
outros videos:
http://youtu.be/Ug44-NcT9Ro
http://youtu.be/C4YsdvrIRRE
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16 julho 2011
experimentações para voar:
sem intradorso
DEATHBLADE 13.01 wings of change
from Markus Gründhammer on Vimeo.
web2.vs250208.vserver.de/cms/index.php
um tirante - Sol One
www.solparagliders.com.br/midias/content/view/368
Ozone XXLite: Lightweight R&D from Ozone Paragliders on Vimeo.
lâmina da morteDEATHBLADE 13.01 wings of change
from Markus Gründhammer on Vimeo.
web2.vs250208.vserver.de/cms/index.php
um tirante - Sol One
www.solparagliders.com.br/midias/content/view/368
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12 abril 2011
birutas
Sapiranga/RS - 06/04/2011
Biruta
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A biruta (português brasileiro) ou manga de vento (português europeu) é um aparelho capaz de mostrar a direção do vento. É constituído por um cone de tecido com duas aberturas, uma das quais é maior e acoplada a um camisinha de metal. A biruta tem a forma de um coador de café, embora seja muito maior e mais longa. Este instrumento é muito usado em aeroportos, onde orienta a decolagem e a aterrissagem dos aviões. Essas manobras só podem ser feitas em sentido contrário ao vento, cujo sentido indica.
As birutas são desenvolvidas para fornecer a direção visual de vento de superfície e as informações de velocidade de vento aos pilotos, quando em vôo ou no solo, nos aeroportos ou heliportos. Se ela estiver esticada significa que o vento está forte, caso esteja bem caída significa vento fraco, sempre na direção para onde aponta seu fundo.
É normalmente feita de lona ou algodão.
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31 janeiro 2011
poison 3 voando no Brasil
A Skywalk prometeu para final de janeiro e já chegou ao Brasil a nova Poison 3, com três tirantes, velocidade mínima de 22 km/h, pois usa o sistema de JetFlaps, e velocidade acelerada de 60 km/h.
Os detalhes técnicos estão em http://www.skywalk.info/Content/685/?mnid=3304
e uma descrição detalhada feita por um piloto da Moeda em http://flyuai.blogspot.com/2011/01/skywalk-poison3.html
A Skywalk prometeu para final de janeiro e já chegou ao Brasil a nova Poison 3, com três tirantes, velocidade mínima de 22 km/h, pois usa o sistema de JetFlaps, e velocidade acelerada de 60 km/h.
Os detalhes técnicos estão em http://www.skywalk.info/Content/685/?mnid=3304
e uma descrição detalhada feita por um piloto da Moeda em http://flyuai.blogspot.com/2011/01/skywalk-poison3.html
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17 dezembro 2010
estação meteorológica em casa
Não é difícil instalar e nem tão caro ter uma estação meteorológica em casa, ou perto da rampa, e disponibilizar os dados na internet para informar as condições do micro-clima aos voadores de plantão.
Por menos de 2 mil reais, a Azula http://www.azula.com.br/ oferece em promoção a Estação Meteorológica Profissional Oregon Scientific WMR928NX equipada com sensores remotos sem fio para coleta de:
* Precipitação Pluviométrica;
* Temperatura Interna e Externa;
* Armazena em memória temperatura mínima e máxima;
* Umidade relativa do ar;
* Armazena em memória Umidade relativa mínima e máxima;
* Anemômetro (velocidade do vento);
* Direção do vento;
* Temperatura aparente do Vento (wind chill - sensação térmica);
* Ponto de Orvalho (Dew Point);
* Pressão Barométrica (valor absoluto e gráfico da variação nas últimas 24 horas);
Veja o manual da estação em:
http://www.azulamarine.com.br/Manuais/Oregons%20Scientific/WMR928F.pdf
e um exemplo dos dados disponibilizados gratiutamente no site do Weather Underground, por uma estação localizada em São Leopoldo, RS: http://www.wunderground.com/weatherstation/WXDailyHistory.asp?ID=IRSSOLEO2
Por menos de 2 mil reais, a Azula http://www.azula.com.br/ oferece em promoção a Estação Meteorológica Profissional Oregon Scientific WMR928NX equipada com sensores remotos sem fio para coleta de:
* Precipitação Pluviométrica;
* Temperatura Interna e Externa;
* Armazena em memória temperatura mínima e máxima;
* Umidade relativa do ar;
* Armazena em memória Umidade relativa mínima e máxima;
* Anemômetro (velocidade do vento);
* Direção do vento;
* Temperatura aparente do Vento (wind chill - sensação térmica);
* Ponto de Orvalho (Dew Point);
* Pressão Barométrica (valor absoluto e gráfico da variação nas últimas 24 horas);
Veja o manual da estação em:
http://www.azulamarine.com.br/Manuais/Oregons%20Scientific/WMR928F.pdf
e um exemplo dos dados disponibilizados gratiutamente no site do Weather Underground, por uma estação localizada em São Leopoldo, RS: http://www.wunderground.com/weatherstation/WXDailyHistory.asp?ID=IRSSOLEO2
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08 agosto 2010
26 maio 2010
paragliders ESTOURAM como balões de festa
Experiências para comparar:
1 - um Astral 6 todo enrrolado, depois de uma série de colapsos, cai sobre um muro, muitos rasgos num painel do extradorso;
2 - uma vela Ellus 2, inflada no vento forte de praia, girou e caiu de boca na grama, rasgou 30 cm na costura de uma célula quase central, troca de painel;
3 - uma vela Summit XC caiu sobre uma cerca de arame farpado, depois de uma assimétrica, dois rasgos paralelos de 50 e 30 cm de comprimento com 5 cm entre um e outro, troca de painel;
4 - quando espetamos um alfinete num balão cheio, o que acontece? Escapa o ar pelo furo do balão? O balão rasga muito, claro, ele não tem rip stop.
No caso 2 o ar ainda pode escapar pelas bocas, elas estavam contra a grama, mas não estavam fechadas, no caso 3 o fato da vela escoregar sobre as pontas do arame fez ela ragar enquanto caía; se o Astral 6 estava errolado, certamente tinham bolhas de ar com muita pressão interna, o impacto no muro poderia estourar estes balões, aliado a isto algum elemento pontiagudo para iniciar o processo de escapamento do ar e estouro pela pressão interna. Depois de ver o estrago feito no Summit XC, experimentei continuar o rasgo que havia sido feito, e percebi que não era preciso muita força para que ele continuasse rasgando, como a força aplicada não era igual a que causou o rasgo, a direção não foi a mesma, mas não foi difícil romper o tecido, neste caso o rip stop dificulta a operação.
Conclusão: evite impactos fortes da vela quando inflada, ou com bolhas de ar, ela pode se comportar como um balão de festas, mesmo as que tem tecidos de maior gramatura.
1 - um Astral 6 todo enrrolado, depois de uma série de colapsos, cai sobre um muro, muitos rasgos num painel do extradorso;
2 - uma vela Ellus 2, inflada no vento forte de praia, girou e caiu de boca na grama, rasgou 30 cm na costura de uma célula quase central, troca de painel;
3 - uma vela Summit XC caiu sobre uma cerca de arame farpado, depois de uma assimétrica, dois rasgos paralelos de 50 e 30 cm de comprimento com 5 cm entre um e outro, troca de painel;
4 - quando espetamos um alfinete num balão cheio, o que acontece? Escapa o ar pelo furo do balão? O balão rasga muito, claro, ele não tem rip stop.
No caso 2 o ar ainda pode escapar pelas bocas, elas estavam contra a grama, mas não estavam fechadas, no caso 3 o fato da vela escoregar sobre as pontas do arame fez ela ragar enquanto caía; se o Astral 6 estava errolado, certamente tinham bolhas de ar com muita pressão interna, o impacto no muro poderia estourar estes balões, aliado a isto algum elemento pontiagudo para iniciar o processo de escapamento do ar e estouro pela pressão interna. Depois de ver o estrago feito no Summit XC, experimentei continuar o rasgo que havia sido feito, e percebi que não era preciso muita força para que ele continuasse rasgando, como a força aplicada não era igual a que causou o rasgo, a direção não foi a mesma, mas não foi difícil romper o tecido, neste caso o rip stop dificulta a operação.
Conclusão: evite impactos fortes da vela quando inflada, ou com bolhas de ar, ela pode se comportar como um balão de festas, mesmo as que tem tecidos de maior gramatura.
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29 setembro 2009
IQ BASIC / GPS

novidade: IQ BASIC / GPS, da Brauniger, de baixo custo e com o GPS integrado que indica a velocidade e direção dos ventos, e os cilidros de entrada ou saida para as provas, por exemplo; veja os detalhes e faça as comparações no site http://www.brauniger.com/english/products/iq_basic_gps/operation.html
consulte preço com Boni - Fator Fly School carlosbonifacio@yahoo.com
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