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27 novembro 2012

reviravolta no mercado de paragliders

Com a venda de paragliders encalhada, FAI aponta o uso do segundo reserva como solução de segurança, ampliando o mercado para um equipamento extra, enquanto melhores soluções de projeto não surgem para paragliders capazes de reabrir após um colapso. Concomitante a isto a PMA (Paraglider Manufacturers’ Association) sugere alterações nas regras dos campeonatos, com limites das velocidades e dos parâmetros construtivos dos paragliders.
Talvez este seja um momento zero na história do paraglider, fomos até um limite máximo na velocidade possível que o equipamento permite, sob o ponto de vista construtivo, agora será preciso encontrar outras formas de promover a comparação entre os pilotos e seus equipamentos. Uma direção seriam os campeonatos que promovam mais a estratégia, o conhecimento e a habilidade dos pilotos.

http://www.fai.org/civl-news/36773-second-reserve-mandatory-from-may-1st-2014

http://www.fai.org/civl-news/36485-tomorrow-competition-paragliders-a-letter-from-pma

04 agosto 2011

Fabricantes de Parapentes apoyan la clase Serial

veja em Ojovolador:

Fabricantes de Parapentes apoyan la clase Serial


destaque para a declaração de  Mike Cavanagh, diretor da Ozone:


"Para aquellos que no conocen la historia de Ozone, siempre hemos sido pro clase serial en las competiciones Cat 1 ya que sabemos que es una forma de mejorar la seguridad en cualquier competición. Desde mi posición en Ozone, fui el proponente de la propuesta de clase serial que se decidió y aceptó como política por la PMA (Asociación de Fabricantes de Parapente)"

14 julho 2011

Permity to Fly

O termo Permity to Fly tem seu significado descrito no terceiro parágrafo do REGULAMENTO DO CAMPEONATO BRASILEIRO 2011, elaborado pela Liga Brasileira de Competidores de Parapente em concordância com a Associação Brasileira de Voo Livre - ABVL:


"Pilotos voando parapentes não certificados que ainda não entraram em produção (menos de 10 protótipos produzidos) devem obrigatoriamente apresentar o documento “Permit to Fly” emitido pelo fabricante, no momento de sua inscrição".


Esta regra diz que os pilotos de ponta, que disputam o Campeonato Brasileiro, estão dispostos a experimentar projetos novos de paragliders, apenas com uma Licença de Voo emitida pelo fabricante do equipamento. Assim, os pilotos brasileiros podem assumir a categoria de pilotos de prova para paragliders em teste, e isto num confronto que leva o nome do Brasil. Considerando esta determinação dos pilotos brasileiros, a nova resolução da Fédération Aéronautique Internationale - FAI, que suspende a certificação de paragliders Competition Class, fica sem sentido prático e torna o debate sobre segurança no voo livre infundado. 


É melhor voarmos, cada um elege onde melhor vai estar pendurado.

deu defeito

A bola da vez são os paragliders competition, depois dos acidentes no Campeonato Mundial, quando a Federação Aeronáutica Internacional suspendeu temporariamente sua certificação.


A FAI calssifica os paragliders em quatro categorias:
• Paragliders Homologados, com certificação EN926: são os gliders que passaram com sucesso nos testes para EN926-1 e EN926-2 e receberam a certificação apropriada EN-A, B, C ou D;
• Paragliders Classe Competição: gliders registrados no site CIVL, que obtiveram um certificado demonstrando que estão de acordo com os critérios específicos para esta categoria, como resistência estrutural com testes de carga de 800kg em choque e sustentação, e também das linhas para força 23G e individualmente; também deve ser apresentado, pelo fabricante, um vídeo demonstrando o comportamento do glider numa série de manobras, e um relatório descrevendo porque o glider não obteria a Homologação, entre outras requisições;
Classe Open: todas as outras velas não certificadas ou homologadas;
Protótipos: todos os paragliders das classes acima que tenham sido modificados e/ou alterada sua configuração.

Nas regras consta:
"Todos parapentes e equipamentos associados devem ter desempenho satisfatório e com padrão de aeronavegabilidade capaz de atender às demandas de campeonatos internacionais".

Os eventos FAI 1, de primeira categoria, são os de abrangência mundial ou continental, e os eventos FAI 2, de segunda categoria, são os Campeonatos Internacionais ou Campeonatos Nacionais Abertos; para estes eventos são aceitos paragliders Homologados e/ou Certificados, os das classes Open e Protótipos não participam das competições apoiadas pela FAI.
No momento que uma certificação é suspensa, é retirada a possibilidade do equipamento participar de um evento FAI, ele automaticamente passa para a categoria Open. 

Na maioria das regras dos campeonatos no Brasil a categoria Open compreende todos os gliders participantes, na Serial os homologados DHV 2-3 / EN-D, e na categoria Light os homologados até DHV 2 / EN-C. Aqui não há regras ou limitações para os equipamentos, desta forma cabe acatar ou não as determinações da FAI.
No regulamento do Campeonato Brasileiro 2011 consta:
"1.11. Categorias: 
Open e Feminino, não havendo distinção entre equipamentos Open e Serial.  A premiação de outras categorias será permitida ao organizador da etapa"

Na Alemanha a DHV determinou que: 
"Voos realizados com parapentes tipo não testado após esta data não serão pontuados para as competições DHV-XC ou Campeonato Nacional Alemão de Cross Country".
Na Espanha e Itália as Federações Nacionais aceitarão apenas equipamentos homologados nas próximas competições a serem realizadas.

Como repercussão, até o momento, temos a polêmica sobre SEGURANÇA no voo livre, com a questão: a quem compete a decisão sobre os riscos a serem assumidos no voo? 
A FAI demonstrou a sua parcela de responsabilidade enquanto organizadora de eventos aeronáuticos e entidade com mais de 100 anos de história, dando um passo atrás e encerrando o Mundial de Piedrahita, e assim, repassando aos pilotos e fabricantes a oportunidade de discutir e propor alternativas para seguir o avanço tecnológico no voo livre com paraglider.

23 outubro 2010

quem representará o Brasil no Mundial 2011?


O primeiro ponto a ser definido é o ranking dos pilotos brasileiros, e para isto temos duas etapas do Campeonato Brasileiro realizadas, de onde já temos um ranking. Se o resultado atual vai ser observado, ou será acrescentado o resultado da primeira etapa de 2011 do Campeonato Brasileiro, é uma questão a ser definida.
O que está certo é que a FAI só reconhecerá os pilotos indicados através da CAB - COMISSÃO de AERODESPORTO BRASILEIRA, por ser a entidade que representa o aerodesporto junto a FAI, desde o último dia 8 de outubro, quando reconheceu definitivamente a CAB como membro efetivo da FAI, na sua 104ª Conferência Geral, em Dublim; nesta conferência também foi proposto que o Brasil assumisse uma das Vice-Presidências da FAI, sendo indicado e eleito para Vice-Presidente da FAI o Vice-Pres. da CAB – Flavio Oliva.
O voo livre está representado pela ABVL junto a CAB, que é composta pelas entidades de maior representatividade nacional de cada modalidade aerodesportiva praticada no Brasil, desta forma a ABVL está conectada a FAI como única entidade habilitada a representar o voo livre junto a Fededração Aeronautica Internacional.
Pela nova lógica oficializada na 104ª Conferência Geral da FAI, os pilotos indicados pela ABVL estarão aptos a representar o Brasil na 12th FAI World Paragliding Championship, em Piedrahita, na Espanha, de 3 a 16 de julho de 2011. Esteremos torcendo pela equipe brasileira.
O reconhecimento da CAB como representante do aerodesporto brasileiro pela FAI resultou do empenho de muitos, durante os últimos quatro anos, e certamente marca a renovação na representatividade desta modalidade esportiva.


http://www.cab.org.br/

http://events.fai.org/event?i=5948&f=60

http://www.abvl.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=41:cab-e-o-novo-nac-brasil-na-fai-&catid=39:cab

19 agosto 2010

1º OPEN FEMININO DE PARAGLIDER

O 1º OPEN FEMININO DE PARAGLIDER será realizado em Áger, na Espanha, entre os dias 21 e 28 de agosto, estarão participando cerca de 80 pilotos. A representante brasileira será Domenica Tcacenco, que tenha bons voos por lá, estaremos na torcida.
O campeonato é organizado pela Womens Paragliding Association, criada em março de 2010, tem a polonesa Klaudia Bulgakow como presidente, seu blog http://ars-media.org/contact/.
Vaja mais sobre o campeonato no site oficial http://www.womenspgopen.org/, inclui fotos da região de Áger, em galeria, no blog da Domenica http://www.flydomenica.com/, no site da Airboysteam http://airboysteam.com/?p=2758, e também no blog do Womens Paragliding Open http://womenspgopen.blogspot.com/.

07 agosto 2010

PWC em Portugal

Neste domingo, 8 de agosto, inicia a etapa de Portugal do PWC, em Linhares da Beira.
Até o dia 14 alguns pilotos brasileiros estarão voando e competindo na Serra da Estrela.
O site oficial do evento está no link http://www.sam-cam.com/pwc2010/ ou PWC oficial e resultados em resultados PWC
Previsões do clima para a região podem ser obtidas no Windguru em windguru-serra-da-estrela
Diário do campeonato no blog do Claytin no XC guia de voo.
Bons voos a todos.

05 agosto 2010

Altitude possível em Sapiranga - RS

O gráfico abaixo demonstra as altitudes obtidas nos voos de paraglider por mim realizados, em Sapiranga, RS, no período de maio/2009 a maio/2010. Apenas em dois voos a altitude superou os 1.500 metros acima do nível do mar, e analisando a caderneta de voos, no ano anterior nenhum voo superou esta altitude.
No Ferrabraz temos duas rampas, uma Sudoeste com 500 metros, e outra Sudeste com 530 metros de desnível ao pouso, que está 50 metros acima do nível do mar, um fator que qualifica o voo contemplativo na região.

Visualizando o gráfico poderíamos imaginar uma linha próxima de 900 metros como altitude média.
Também podemos concluir que na latitude 30º, onde se localiza Sapiranga e outras rampas do RS, a camada de ar que aquece durante o dia é menos espessa que nas regiões com latitude 15º, como em Jaraguá, GO, por exemplo, onde o teto de voo pode ultrapassar os 3.000 metros do nível do mar. Outro ponto a considerar é a proximidade ao oceano, cerca de 90 km, pois ventos leste e sudeste trazem a umidade que influencia o clima da região de voo.
O teto de voo, ou a altitude possível a ser alcançada, e que geralmente está limitada pela linha de inversão térmica, é um condicionante importante para os voos de distância e de triangulação, configurados em provas de campeonatos, por exemplo, pois com pouca altitude temos pouca autonomia para vencer as distâncias e buscar novas térmicas; os paragliders com l/d cada vez maiores contribuem para minimizar este fator natural que limita e caracteriza cada região em que o voo livre é praticado.
Destaco o voo recente feito pelo Carlos Strassburguer, neste inverno, que decolando do Ferrabraz alcançou 52 km na direção lestesudeste, com altitude máxima de 1.088 m, pilotando um Gin Boomerang GTO.

29 julho 2010

JARAGUÁ, e depois?

O paraíso do voo livre, Jaraguá, oferece condições ideais aos voos de cross country para pilotos com todas as classes de gliders. Piloto com vela DHV 1/2 faz mais de 100 km, é surpreendente. A rampa ampliada e quiosques são as novidades de 2010. XCerrado entra para o calendário do voo no Brasil, em julho. Pilotos locais formaram uma equipe exemplar na organização da competição, e na recepção a todos que vieram de vários Estados.
A condição para o voo é fantástica, permite voos de longa distância com tetos muitas vezes acima de 3.000 metros do nível do mar. Reduzir um voo em Jaraguá aos quilômetros percorridos é pouco, são tantos detalhes novos que a maioria dos pilotos experimentam que fica difícil relatar todos eles, ou as conversas são longas na volta dos resgates, com as  muitas histórias que cada um tem para contar. Ser recebido em Morro Agudo com foguetes e churrasco é muito bom. Ter carona do pessoal local antes de dobrar a vela é comum.

E depois, quando voltamos para nossos sitios de voo, qual a comparação possível?
No RS raramente temos teto acima de 1.500 metros, nem todas montanhas possiblitam sair para trás, muitas regiões com pousos restritos pelo relevo acidentado e matas preservadas nas encostas, áreas urbanas na linha de possíveis tiradas. Fernando Gabeira disse que para conhecer seu país é preciso sair dele.

Vários pilotos do RS ficaram nas primeiras posições do XCerrado. Aqui, em geral, as térmicas são fracas e muitas vezes a diversão possível é liftar e treinar o giro para subir nas ascendentes. Talvez uma condição mais amena permita conhecer com mais tranquilidade a dinâmica das termais, e com isto aprimorar a pilotagem. Alguns pilotos ficaram nauseados com a turbulência das termais, em Jaraguá.

Jaraguá GO julho/2010

12 julho 2010

2010 um ano com poucos voos pelo planeta

Poucas provas foram realizadas ou validadas nas etapas do PWC em 2010, a condição climática tem sido severa pelo planeta nos últimos meses.

Itália       1 prova e meia - julho
Grécia    4 provas - junho
China     2 provas e mais nem meia - junho
Japão     4 provas e mais nem meia, só duas valeram 1000 - maio
Brasil     2 provas - abril

Faltam a etapa de Portugal, em agosto, e a superfinal na Turquia, em setembro.

Parece que o clima não está colaborando com o voo livre em 2010, fica comprovado pelos resultados até aqui.
A natureza tem provocado fortes chuvas e enchentes, e agoras fortes calores na América do Norte, com previsão de frio bem abaixo da média para o hemisfério sul, que atingirá até o Acre, nesta semana.

Mais informações sobre as previsões na região sul veja em http://www.metsul.com/blog/

25 junho 2010

cross country no RS


No Rio Grande do Sul, todo ano, de julho a julho, é realizado o CAMPEONATO CHARLES FERRAZ DE CROSS COUNTRY DE PARAGLIDER, computando os três voos de maior distância de cada piloto.

Na tabela abaixo fica o registro dos voos realizados num período marcado pela ação do El Niño.

Parabéns a todos que buscaram fazer bons voos, com tão poucas oportunidades, condicionadas pelo clima desfavorável.

20 abril 2010

pouco voo / CAMPEONATOS / el niño

A condição climática está dificultando muito o voo livre por aqui, e foi devidamente anunciado, quando em dezembro passado os meteorologistas divulgaram que o El Niño estenderia seus efeitos até maio de 2010. Muita chuva, com inundações e deslizamentos de encostas de morros em vários locais, muitas mortes, e a defesa civil despreparada para minimizar prejuízos e salvar vidas.
No voo livre podemos constatar a redução da possibilidade de voarmos analisando a realização das provas nos campeonatos promovidos nos últimos meses. Entre fevereiro e abril de 2010 os campeonatos de âmbito regional, nacional e internacional tiveram um aproveitamento de apenas 29% das provas possíveis, portanto 2/3 das provas não foram realizadas ou validadas.
No campeonato gaucho este índice é ainda menor: 17%, onde uma prova validou, em outra não foi completada a distância mínima, e quatro canceladas por causa do mau tempo.

No ano passado o aproveitamento no campeonato gaucho foi de 56,25%, onde em três etapas tivemos seis provas, 100%, em outras três etapas 50% das provas validadas, e em duas etapas nenhuma prova realizada por causa das chuvas. Se considerarmos o ano de 2009 depois do inverno, no RS, em cinco etapas tivemos um aproveitamento de 50%, e em outubro provavelmente o El Niño já estava se manifestando, pois duas etapas não tiveram provas realizadas.
Fica a constatação de que fenômenos climáticos conhecidos tem seus efeitos previsíveis, e que o voo livre pode se valer deste conhecimento para maximizar seu rendimento e aproveitamento, especialmente na realização de eventos e competições.

05 abril 2010

Transparência total

Este é um conceito que esperamos sempre exista na administração de entidades coletivas, sejam públicas ou privadas. Para acompanhar o andamento de um projeto precisamos de dados para avaliação e análise, durante todo o processo. Com base nos relatos que os participantes diariamente enviam sobre o que ocorre nos campeonatos de paraglider podemos avaliar, por exemplo, como se manifesta a condição climática com relação às previsões feitas pelos diversos fornecedores destas previsões. É uma forma eficiente de avaliar quanto temos de acerto.
Outro ponto importante na transparência dos campeonatos é a disponibilização dos track logs dos voos realizados, neste aspecto temos dois bons exemplos com a divulgação feita pelo PWC em http://www.paraglidingworldcup.org/event/2009/brazil, e pelo XC Guia de Voo na primeira etapa do Sulbrasileiro de Paraglider de 2010 em http://xc.guiadevoo.com/Competicoes/Evento.aspx?EVE_ID=160&T=SUL_BRASILEIRO_DE_PARAPENTE_2010; uma grande oportunidade para confrontar os voos na busca de reconhecer estratégias e habilidades, especialmente para quem vivenciou as provas.
Certamente muitos pilotos acompanham de longe e com entusiasmo as provas e o andamento de campeonatos, sempre aguardando informações repassadas pelos organizadores e pelos pilotos. A dimensão do evento é ampliada por esta participação à distância, e mesmo tempos depois, quando temos dados publicados para rever cada prova realizada.
Neste PWC de 2010, em Poços de Caldas, a espectativa está, mais uma vez, na performance das velas, com destaque para os glider de duas linhas.
A semana de provas pode ser acompanhada em diversos sites:
http://www.hipoxia.com.br/pwc2010
relato dos pilotos:
http://xc.guiadevoo.com/blogs/Claytin_fly.aspx
http://bigodenoar.blogspot.com/
http://tonynegreiros.blogspot.com/
para avaliar a previsão e a possiblidade de realização das provas veja:
http://www.windguru.cz/pt/index.php?vs=1&sc=238039

assim voa a humanidade

23 março 2010

TROFÉU PARA FOTO


agora compreendi !!!!
já sabia que quem aparece na foto, recebendo o troféu, nem sempre é quem de direito deveria recebê-lo
sempre tem um representante a postos para não deixar a foto em branco
agora tb já sei que nem sempre o troféu representa o que deveria representar
ele pode ser a classificação de uma prova não válida para o Campeonato Gaucho de Paraglider
significa que o cara pode ter uma estante cheia de troféus, e muitos destes serem de provas não válidas
e a foto sempre vai estar garantida,
pois o troféu para foto tb está lá

isto tá resolvido


agora, na minha sincera e discordante opinião, esta forma de resolver um problema cria outros:

- uma etapa com provas não validadas podem deixar de ter seus reais motivos sem esclarecimento, e isto deixa de contribuir para a reflexão e análise da realidade de cada situação

- a falta de divulgação dos dados da prova impede que análises sejam feitas, e com isto propostas de melhoria tb deixam de ser possíveis

- a falta de informação impede que todos participem do debate

...

assim voa a humanidade

18 fevereiro 2010

SULBRASILEIRO: pilotos de ponta confrontando marcas

Apenas uma prova de 34,7 km definiu a etapa gaucha do Sulbrasileiro, em Nova Petrópolis, em função da condição climática, onde sete pilotos chegaram ao gol, voando Air Wave, Swing, Sol e UP; as marcas Macpara, Ozone, Advance, Niviuk, AirCross, Gim, ProDesign, Skywalk e Windtech também tiveram paragliders pilotados no campeonato, com a presença de muitos pilotos de ponta e também dealers, que marcaram o evento. Todos buscando garantir boas posições no ranking e ampliar a divulgação das marcas que representam. Isto certamente contribui na escolha de um equipamento pelos pilotos de todos os níveis.
A Sol trouxe nova versão do Tracer, agora 22, e como estratégia quatro pilotos com gliders nas mesmas cores, branco azul e laranja, dificultando assim a identificação destes pilotos durante a prova.
Os três primeiros classificados em cada uma das categorias pilotaram as marcas: na Open a Air Wave/FR5-XR5, Swing/WRC, e Sol/Tracer Proto, nesta ordem; na Serial a Air Wave, com o Magic 5 em primeiro e terceiro lugares, e a Sol com o Torck em segundo; na Serial Light a ProDesign com o Jalpa 75 em primeiro, a Advance com o Sigma 7 em segundo, e a Swing com o novo Astral 6 em terceiro.
Confira os resultados do Sulbrasileiro e os pilotos que participaram em
http://xc.guiadevoo.com/Competicoes/Evento.aspx?EVE_ID=160&T=SUL_BRASILEIRO_DE_PARAPENTE_2010